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Geek City debate democratização e consumo de games no Brasil

Geek City debate democratização e consumo de games no Brasil
01/09/2018 Redação GC

Geek City debate democratização e consumo de games no Brasil

O primeiro dia do Geek City 2018 destacou o crescimento do mercado de jogos no Brasil. No palco principal do maior evento de cultura pop e tecnologia do Sul do país, nomes importantes do cenário na América Latina falaram sobre desenvolvimento, tendências e produção de conteúdo para o público gaming.

O gerente da Xbox para o Brasil, Bruno Motta, abriu a programação com o painel “A serviço do gamer”. Segundo ele, a Microsoft está focada na promoção de serviços, mas não deixou de lado projetos para novos consoles. “Vai haver uma nova geração de consoles, ainda sem nome, sem data de lançamento, mas a Microsoft vai continuar investindo”.

Tech Evangelist da Unity, a maior plataforma de desenvolvimento de jogos do mundo, Alexandre Kikuchi, destacou a importância da democratização do setor. Para ele, o modo como a mídia é consumida está mudando e, por isso, é preciso evoluir também a forma como se produz. “Para renderizar uma cena 3D na tela, era muito custoso. Hoje a maior parte dos diretores está usando renderização em tempo real. Essa é a nova transformação do 3D”.

Para falar sobre produção e consumo de conteúdo, subiram ao palco o head of gaming do Youtube, Alessandro Sassaroli, e o diretor de parcerias de esportes do Twitter para a América Latina, Pitter Rodriguez. Ambos destacaram o crescimento do consumo de informação e jogos no Brasil, principalmente em plataformas mobile.

Segundo Rodriguez, aumenta a cada ano o número de usuários e de tweets sobre jogos no Brasil. E cresce também o alcance. “O Twitter atinge 4 vezes mais gamers que o Twitch no desktop e 11 vezes mais no mobile. Sem dúvida, no Twitter o mundo dos games se encontra e se conecta”.

Sassaroli reforçou a amplitude do cenário no Brasil. “Guardem esse número: existem 70 milhões de jogadores no Brasil. Isso nao é um nicho, é um mercado muito bem estabelecido”. Mas assim como cresce o consumo de conteúdo, cresce também a quantidade de usuários gerando informação. “É um território cada vez mais povoado. Tem muita gente produzindo conteúdo em busca de views e de wath time, mas não tem claro um objetivo. É preciso que todos entendam que isso não é só entretenimento, não é só diversão”.

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