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7 coisas que podem quebrar a Internet (de verdade) e te deixar sem conexão

7 coisas que podem quebrar a Internet (de verdade) e te deixar sem conexão
13/08/2018 Redação GC

7 coisas que podem quebrar a Internet (de verdade) e te deixar sem conexão

Já ouviu falar na expressão “quebrar a Internet”? Normalmente dizemos isso quando há um acesso muito grande em uma página ou um conteúdo viral tomou conta do noticiário e das redes sociais — ao ponto da audiência “explodir” a capacidade da web aguentar tanta gente “falando sobre a mesma coisa no mesmo lugar”. A frase, claro, é uma brincadeira.

Mas… Será que existe alguma coisa que realmente possa desligar nossas conexões involuntariamente e “quebrar a Internet”? Mostramos abaixo algumas das situações em que, sim, isso é possível, mas não exatamente da maneira que você possa pensar.

1. Cabos aéreos e subterrâneos

A “espinha dorsal” da internet é uma central que liga as operadoras aos servidores externos. Os backbones podem fazer a conexão entre diferentes Estados, países e continentes e estão em instalações subterrâneas, aéreas ou via cabos submarinos.

As aéreas, muito utilizadas no Brasil, são mais baratas e também mais suscetíveis a rompimentos por conta de temporais, descargas elétricas ou acidentes de trânsito. Qualquer uma dessas coisas provavelmente vai causar uma queda de conexão na região.

2. Backbones submarinos

Para compartilhar as informações com os computadores do mundo todo, faz-se necessária essa grande “rodovia intercontinental”, pavimentada por meio de cabos com milhares de quilômetros de extensão.

Quando um desses backbones é comprometido fisicamente — no caso de um tubarão comer o cabo ou um navio se ancorar no lugar errado, por exemplo — há grandes chances de você ficar sem conexão ou com navegação lenta na área atingida.

3. Intervenção do governo

Com princípio semelhante, o governo de um país pode vetar e/ou controlar o fluxo de dados nos backbones, como vemos na Coreia do Norte, na China e no Egito. Em regimes menos rígidos, fica difícil “apertar um botão e desligar a internet”, mas em países onde há um grande monitoramento sobre a distribuição da conexão é possível você restringir muito o acesso à web — e até completamente.

4. DNS das operadoras

Seria muito difícil memorizarmos os endereços numéricos de cada página da web e para isso serve o DNS (Domain Name System). Ele é quem “traduz” as frases que usamos nas caixas de texto dos navegadores para os IP (Internet Protocol), que é a identidade do local que queremos acessar.

O DNS faz isso localmente e também externamente, que é onde pode ocorrer o problema: se estiver indisponível ou for sabotado, você pode ficar sem conexão ou ter um acesso mal direcionado.

5. Queda de servidores

Como sabemos, os servidores são computadores de alta potência que controlam o acesso de uma determinada rede à web. Ainda que o processo de comunicação tenha avançado bastante — ao ponto de não estarmos mais tão dependentes o tempo todo do funcionamento dessas máquinas —, o desligamento das mesmas pode nos deixar na mão.

Há soluções de sistema para evitar que isso aconteça e ações de emergência para restabelecer o sinal e a alimentação adequada, mas não deixa de ser uma possibilidade de “quebra de internet”.

6. Ataque por negação de serviço

Também chamado de DDoS (Distributed Denial of Service), é uma tentativa invasão massiva, realizada por diversos hackers, para tentar tornar os recursos do sistema indisponíveis. A ofensiva é baseada em múltiplos acessos a uma determinada página, com o objetivo de sobrecarregar o servidor web da mesma.

7. ICANN

O ICANN (ou Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números) é uma entidade sem fins lucrativos ligada aos Estados Unidos responsável pela alocação dos endereços do Protocolo da Internet. Ela é quem define as terminações dos domínios de maior nível hierárquico, a exemplo de “.br” para o Brasil.

Como o código está em 13 computadores e a máquina principal fica nos Estados Unidos, pode-se dizer que os únicos que possuem o poder de “desligar a Internet” são os ianques — como bem explica Hartmut Glaser, secretário executivo do Comitê Gestor da Internet (CGI).

Fonte: Tecmundo

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